Este site, fundado em maio de 2003, é elaborado por Marcelo Lefèvre, com a colaboração de Anderson "Cebolinha" Silveira, Arnaldo Marques Loureiro (in memoriam), Edson "Agnes Gold" Watanabe, Eduardo Bechara, Eduardo Garcia (EUA), Eduardo Silva, Felipe Passantino, Jaime Ballalai, Jô "Much Better" Garcia, Marco Antonio Vilalba, Milton Blay (Paris), Nixon "Grimaldi" Mendonça, Roberto Carlos Micka, Sergio "Clackson" Christianini, Samir Abujamra.

 

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Edição mensal - SETEMBRO 2017                                                                                  
 

 
 

 

MAIS UM ARCO

 

Todos sabem que meus esportes favoritos são futebol e turfe, aqui está o PPR para comprovar.

Em matéria de futebol já vi 'quase' tudo nos meus 67 anos. Vi Pelé, Garrincha e Tostão, e jogando pelo meu time assisti Roberto Dias, Pedro Rocha, Gerson, Careca, Raí e Rogério, comemorei  6 Brasileiros, 3 Libertadores e 3 Mundiais. O 'quase' acima é porque só não vi ainda o São Paulo ganhar uma Série B como já fizeram seus rivais paulistanos, pelo visto brevemente verei.

Em matéria de turfe brasileiro, vi e apostei em grandes animais como Moustache, Viziane, Quartier Latin, Donética, Much Better, Quari Bravo e tantos outros. Assisti, conheci ou privei da amizade dos maiores jóqueis nacionais, o maior de todos Rigoni, Bolino, Barroso, Juvenal, Ricardo, Nelito, Moreira, Silvestre, entre muitos e muitos.

Em matéria de turfe pelo mundo, tive o privilégio de assistir in loco diversos Pellegrini e Latino, além de 12 edições do Prix de l'Arc de Triomphe em Paris, considerado por muitos, eu inclusive, o Campeonato Mundial do Puro Sangue Inglês. Vi de perto craques como Hurricane Run (Montjeu), Dylan Thomas (Danehill), Sea The Stars (Cape Cross), Zarkava (Zamindar, aplaudida por milhares de franceses cantando a Marselhesa) e Treve (Motivator), montados por jóqueis da categoria de Moore, Fallon, Kinane, Peslier, Soumillon e Dettori.

 Alguns desinformados podem até achar que minhas viagens nada mais são do que excentridades de um milionário apaixonado por cavalos.

Estão enganados, talvez um pouco excentrico eu até seja mesmo, mas milionário nem pensar. Nenhuma viagem seria possível não fosse o apoio de diversos amigos e turfistas que gostam de mim e/ou do Pega Pelo Rabo.

Lembro que anos atrás, na arquibancada da Gávea por ocasião de um Brasil em agosto, cruzei com um senhor já de idade avançada, que depois de me cumprimentar emocionado apresentando-se como admirador do PPR, tirou do bolso uma nota de R$ 50 e me deu, dizendo que era sua contribuição para me ajudar na cobertura daquele ano na França, e acrescentando que sua esposa adorava as fotos dos chapéus. De imediato pensei em recusar a oferta e devolver-lhe o dinheiro, mas sentindo que ele ficaria ofendido, aceitei e agradeci, dizendo que se cada um ajudasse com um pouquinho, minhas futuras reportagens estariam garantidas.

Quando cheguei em Longchamp no sábado véspera do Arco, a primeira coisa que fiz foi ir até a loja de souvenirs e comprar um cavalinho como este da foto abaixo (lembram Dna. Ana e Andréa?), e no Brasil do ano seguinte dei de lembrança para aquele senhor, cujo nome jamais soube.

Este ano será meu último Arco, e o primeiro em Chantilly. Ano que vem, se as condições possibilitarem, tentarei cobrir um dos festivais na Inglaterra, que costumam acontecer no verão. Se não der, acompanharei tudo daqui de São Paulo mesmo na companhia do meu primeiro netinho que nascerá em novembro, quem sabe consiga fazê-lo gostar também de corridas de cavalos e de cavalos de corrida.

EM TEMPO - Cliquem aqui e leiam a interessante matéria sobre o JCSP publicada nesta edição da VejaSP.

 Finalizando, como de hábito, não deixem de acessar a página do PPR no Facebook.

 


 

“O supérfluo é uma coisa extremamente necessária”

(Voltaire)

 

Tema Musical  

Geralmente para esta edição do Pega Pelo Rabo pré-Arco, costumo consultar minha amiga Juliana Grazini dos Santos, que reside na França há muitos anos, sobre os sucessos musicais da atualidade francesa, se os temas sugeridos me agradam, vão para o ar. Este ano, Juliana delegou esta tarefa de DJ para sua filha Anah-Elena, que conheci desde que nasceu e hoje é esta linda jovem da foto abaixo. Clicando acima em tema musical temos Kendji Girac com Cool, clicando aqui  o grupo Arcadian em Folie Arcadienne, e clicando aqui  Soprano, com Coeurdonnier. Espero que gostem.


 


 

Você Sabia?

Vecchia Signora é uma 4 anos nascida no RS filha de Holy Roman Emperor em Left Handed, por Vettori (IRE), criação e propriedade do Haras Old Friends, que neste sábado 2/9 disputará como uma das forças o Grande Prêmio Independência (G3), pilotada por V. Leal e treinada por Thiago Haidar.

La Vecchia Signora (A Velha Senhora) é o apelido da Juventus de Turim (que certos ignorantes entre os quais Galvão Bueno e Casagrande chamam de o Juventus),  clube italiano fundado em 1897 por um grupo de estudantes com o nome de 'Sport Club Juventus'. Inicialmente bastante aristocrático como muitos outros por influências briânicas, vivendo grave crise econômica foi adquirido pela família Agnelli, proprietária do Grupo FIAT, tornando-se um clube popular e dono da maior torcida do país. Como os operários italianos costumavam chamar os aristrocratas e empresários de 'vecchios signores', a expressão começou a ser usada como referência do clube, pois os torcedores queriam demonstrar respeito à equipe. Já os rivais aproveitaram o apelido com ironia, já que em alguns lugares da Itália as 'vecchias signoras' também são as 'madames' proprietárias de prostíbulos.

Entre os grandes ídolos da 'Juve', eu destacaria os italianos Paolo Rossi (de triste memória para os brasileiros), Cabrini, Zoff, Inzaghi, Buffon e Baggio, os franceses Platini (o mais alto na foto) e Henry, o argentino Tevez e Sivori (naturalizado), o líbio Gentili (naturalizado), o dinamarquês Laudrup e o sueco Ibrahimovic.

 


 

Moda Turfe 

Para esta edição o PPR vai à mesa, mostrando finas louças com temas equinos: pratos para sobremesa e canapés, bandeja e caneca, além de um belo conjunto de prato raso, fundo, sobremesa e xícara. A turfwoman Marilena 'Papiluca' Prado só utiliza louças deste tipo em seu duplex na Vila Nova Conceição, badalado e elegante bairro da capital paulista.  








 






 


 

Pelo mundo do turfe I

A célebre égua australiana Winx voltará às pistas neste sábado 2/9 para tentar sua 19ª vitória consecutiva. A filha de Street Cry deverá participar do Chelmsford Stakes, Gr.2, no hipódromo de Randwick, onde enfrentará 15 adversários. Se vencer (é o que todos esperam), será inscrita no George Main Stakes, Gr.1, em 16 de setembro no mesmo hipódromo.
 


 

Pelo mundo do turfe II

A potranca Enable (Nathaniel) será inscrita no Prix de l'Arc de Triomphe, prova a ser disputada no primeiro domingo de outubro no hipódromo de Chantilly. Nas casas de apostas londrinas sua cotação atual é 10/11, pois está invicta este ano em provas importantes, como o Oaks da Inglaterra, Oaks da Irlanda, King George VI & Queen Elizabeth Stakes e Yorkshire Oaks. Por sua vez, Ulysses (Galileo), brilhante ganhador da Juddmonte International no último sábado, ficou no ponto para participar de uma das provas da Breeders' Cup na grama. Enable é treinada por John Gosden e Ulysses por Sir Michae Stoute.

Já os responsáveis por Cracksman (Frankel) cogitam da possibilidade de competir no Arco, mas há um problema que poderá estragar seus planos. Assim como Cracksman, a potranca Enable também é treinada por John Gosden, e seu jóquei será Dettori, portanto o filho de Frankel ficaria sem Frankie, seu jóquei habitual. Talvez estudem uma alternativa para o potro. Vejam aqui a vitória de Cracksman no Betway Great Voltigeur Stakes (Gr.2), disputado dia 23 de agosto em York.

Em nossa última edição noticiamos que Sixties Song (Sixties Icon/GB), vencedor do último Pellegrini e Latino, seria o primeiro cavalo argentino a participar do King George & Queen Elizabeth Stakes (Gr.1) em Ascot, montado por Gerard Mosse. De fato ele até participou, mas chegou em último a perder de vista. Também pudera, encarou pela frente 'apenas' a potranca Enable (Nathaniel/IRE), além de Highland Reel (Galileo/IRE), Jack Hobbs (Halling/USA) e Ulysses (Galileo/IRE). Cliquem aqui e revejam a prova.
 

 

Pelo mundo do turfe III

A amiga e leitora alemã Khatarina Dietrich nos escreve informando que foi operada no último dia 17 e terá que esquecer as corridas de cavalos por um bom tempo, lutando agora com todas suas forças pela saúde. Apesar de tudo, informa que está feliz, otimista, e que completará 60 anos em 3 de outubro. Antes da cirurgia a que foi submetida, estava usando um chapéu e após a operação enfeitou o mesmo com uma ferradura para dar-lhe sorte. Dias antes, contudo, esteve em Hoppegarten para acompanhar as carreiras, como sempre elegantíssima. Desejamos a ela pronta recuperação e muitos anos de vida.
 








 

Apenas lembranças

Mais uma vez o Facebook nos ajuda a recordar de bons tempos e dos amigos, agora foi a vez do palmeirense Luiz Sergio Laporta publicar esta foto de 1970, onde vemos da esquerda para a direita Ricardo Queiroz, Luis Vicente Vasconcelos, Laporta, J.M. Amorim, Eduardo e Waldyr Prudente de Toledo Junior, o saudoso Paulo Machado Monteiro Jr. e Arthur Tolentino, com quem viajarei mais uma vez este ano para o Arco. Antes que alguém pergunte onde estavam Dr. Waldyr e eu que não aparecemos na foto, obviamente não faço a menor ideia, eu deveria estar fora de SP, pois não perdia uma reunião em Cidade Jardim.


 

Coisas do Brasil

Cada vez os brasileiros bem informados e conscientes sentem mais vergonha do seu País, lamentável. Esta última do canalha que ejaculou no pesçoco de uma moça dentro de um ônibus em plena avenida Paulista, e a absurda decisão do juiz, sem trocadilho, foi o fim da picada. Eu, e com certeza a grande maioria das pessoas, aplicaria neste verme imundo o procedimento que se costuma fazer em determinados animais, obviamente por outros motivos, porém sem anestesia: castração.












 


 

Direto de Paris

Área 


"Ninguém nasce odiando outra pessoa por causa da cor da sua pele ou da sua origem ou da sua religião” (Nelson Mandela)

Um a um, os membros do gabinete de Donald Trump abandonaram o barco presidencial à deriva. O último deles foi Steve Bannon, o estrategista da campanha do bilionário, seu conselheiro e amigo, obrigado a se demitir após os incidentes de Charlottesville (foto abaixo). Bannon era o elo do presidente com a ultradireita. Na semana retrasada, até mesmo os empresários saíram de sua zona de conforto, deixando o Conselho Indústria e o Foro Político e Estratégico da presidência dos Estados Unidos, em claro protesto contra Trump, obrigando-o a dissolver as duas entidades.

A morte de uma manifestante antifascista por um neonazista, chamado inadequadamente supremacista, foi a gota d'água. A atitude do presidente que se seguiu foi inaceitável. Ao dividir a responsabilidade dos incidentes de Charlottesville entre os dois lados, comparou o incomparável, colocou o bem e o mal no mesmo saco. Agora, vem dizer que considerou "perfeitas" as declarações que fez sobre os enfrentamentos entre militantes antirracistas e supremacistas brancos no dia 12 de agosto. Está totalmente fora da realidade. Mostrou não apenas a sua inépcia política, como deixou clara a sua falta de caráter, abandonou a derradeira pitada de autoridade moral.

Como vem perdendo, em velocidade recorde, o apoio de seus colegas republicanos, Trump parece ter optado: tornou-se cúmplice, para não dizer prisioneiro, da extrema-direita racista, antissemita, xenofóbica, o que de pior existe na América. Como disseram os Bush, pai e filho, hoje da ala esquerda do partido republicano, não se pode vacilar na condenação dos supremacistas.

Consequência: os Estados Unidos estão à beira de um confronto potencialmente capaz de provocar muita violência. Esse clima nauseabundo se cristaliza em torno da retirada dos monumentos aos heróis sulistas da Guerra de Secessão, entre 1861 e 1865, a mais sangrenta da historia americana, que deixou mais de 600 mil mortos. O Estados escravocratas do Sul acabaram sendo derrotados pelos Estados abolicionistas do Norte.

O que estava em jogo naquele conflito era muito mais que a abolição ou não da escravidão. Era a escolha de um modelo de sociedade. De um lado o Sul, das plantações dependentes do trabalho escravo, profundamente desigual, atrasado, de outro o Norte dinâmico, empreendedor, da livre iniciativa, aberto e moderno.

Nas últimas eleições, esta divisão explosiva ressurgiu, com o "Sul" representado por Donald Trump e o "Norte" por Hillary Clinton. Trump recebeu os votos dos trabalhadores brancos de setores econômicos em declínio, do Ku-Klux-Klan, dos trabalhadores rurais, dos pobres convencidos de que estão sendo esmagados pelos setores dinâmicos da economia e pelas grandes cidades. Grosso modo, é o mesmo fenômeno que encontramos na Guerra de Secessão.

Neste quadro, o voto Trump teve sabor de nostalgia de outros tempos, quando os brancos eram clara maioria. Os seus eleitores, como os neonazistas de Charllotesville, sonham em acabar com a globalização, em se proteger da competição internacional e dos imigrantes (é o mesmo fenômeno que encontramos na Europa). Só que o resto do país, como os "antifas", não quer voltar atrás e sabe que o american way of life só pode se manter com uma maior integração ao resto do mundo.

Quanto mais lenha se joga na fogueira dessa fratura, mais difícil ficará evitar a violência. O establishment republicano, as instituições e os grandes empresários são favoráveis a um país que olha para a frente. Enquanto é tempo, tentam enquadrar Donald Trump. Mas será que isso é possível?

A resposta não cabe apenas aos americanos. O mundo livre precisa acordar e gritar em uníssono: "Não à intolerância!", "Não ao racismo!", "Não ao antissemitismo!", "Não à homofobia!", "Não à misoginia!", antes que seja tarde demais.


Milton Blay é jornalista e autor do livro "Direto de Paris, Coq au Vin com Feijoada".

Acompanhem seus comentários diários de politica internacional pelo canal YouTube Milton Blay

 


 

Futebol

Abaixo repito exatamente o que escrevi na edição anterior sobre a Libertadores, para comprovar que acertei tudo, inclusive a eliminação do Palmeiras.

'Começando pela Libertadores e tendo em vista os resultados dos times brasileiros nos confrontos de ida das oitavas de final, as situações mais difíceis de reverter são, pela ordem, a do Atletico (PR) que perdeu em casa por 2x3 do Santos, depois a do Palmeiras que foi derrotado pelo Barcelona em Guaiaquil por 1x0, e do Galo (MG) que perdeu do Jorge Wilstermann na Bolivia por 1x0. Isto não significa que Grêmio e Botafogo que ganharam pelo placar mínimo jogando fora de casa de casa respectivamente de Godoy Cruz da Argentina e Nacional do Uruguai tenham missão tranquila, porque em se tratando de Libertadores nada é tranquilo. Continuo achando que o Grêmio será o brasileiro que vai ais longe e o River Plate deverá pagar placê, ou seja, estará na final. Aguardemos pois.'

Pela Copa Sul-Americana nada de novo aconteceu em relação ao mês passado, voltaremos ao tema na próxima edição.

Sobre a Copa do Brasil acertei a eliminação do Botafogo e errei a do Grêmio, a final Flamengo x Cruzeiro será muito equilibrada, mas fico com os mineiros.

Eliminatórias do Copa do Mundo - Pelos lados da América do Sul, faltando três rodadas, com exceção do Brasil já classificado a briga está quente pelas demais vagas, meu palpite é que Uruguai e Colômbia estão dentro, as duas vagas que restam, uma delas na repescagem, serão disputadas por Argentina, Chile, Paraguai, Peru e Equador, fico com Argentina e Paraguai. Pelo lado da Europa, as únicas grandes surpresas poderão ser Holanda, terceira colocada no Brasil, e República Tcheca, ficarem de fora. América do Norte e Central devem passar direto México, Costa Rica e EUA, a quarta vaga ficará entre Honduras ou Panamá, um deles na repescagem enfrentará o representante da Ásia, provavelmente Uzbequesitão ou Arábia Saudita. Na Ásia o Japão já se garantiu e o Irã está quase lá, Austrália e Coréia do Sul têm grandes chances, Uzbequistão e Árabia Saudita disputam a repescagem. Pela África, Nigéria já está garantida, Uganda e Congo tem grandes chances, as duas vagas que sobram devem ficar com Costa do Marfim e África do Sul. Pela Oceania Nova Zelândia está quase dentro, Ilhas Salomão deve disputar, e perder, a repescagem com o representante da América do Sul.

Finalizando, sobre o Brasileiro Série A, se o Grêmio ganhar em casa seu jogo atrasado contra o Sport e seguinte fora contra o Vasco, e o Santos ganhar do Corinthians na Vila, a briga pelo título embola, com Palmeiras e Flamengo correndo por fora para uma atropelada. Na ZR a briga para escapar de 3 vagas na Série B vai prosseguir até as rodadas finais entre Vasco, Ponte, Bahia, Coritiba, Vitória, Avaí, Chapecoense e São Paulo, Atlético Goianiense deve cair.

 


 


 

Santos

Agora toda a torcida é para que o 'Peixe' não deixe escapar a vitória em seu próximo compromisso pelo Brasileiro. Pela Libertadores, passará sem problemas pelo Barcelona genérico, empatando no Equador e ganhando em casa. 

Palmeiras

Acertei que o Palmeiras seria eliminado na Libertadores, mas errei ao afirmar que o técnico Cuca seria demitido após o jogo, será no fim do ano. Depois de perder tudo que imaginavam ganhar em 2017, os palmeirenses agora comemoram a vitória contra o rival São Paulo que é o penúltimo colocado na tabela, prestes a ser rebaixado. Foi o que lhes restou, a nova meta é terminar o Brasileiro na zona da Libertadores.


 

Corinthians

Em 9 pontos disputados no returno contra equipes que lutam para não serem rebaixadas, o Corinthians ganhou apenas 3  e contra a Chapecoense naquela base de sempre, faltando 3 minutos para terminar o jogo o artilheiro Jô foi matar uma bola, ela pegou na sua canela e entrou. O próximo adversário é o Santos na Vila, em condições normais deve perder.
 

 

São Paulo

A impressão que tenho é que o São Paulo vai entrar e sair da ZR ainda várias vezes ao longo das 16 rodadas que faltam, resta saber onde estará na penúltima rodada. Se estiver fora ou mesmo dentro da ZR e dependendo do último jogo, poderá escapar porque o adversário será o Bahia no Morumbi, mas como o time não é confiável, existe o risco de não escapar nem se vencer, até porque os rivais paulistas que já foram rebaixados tudo farão para rebaixá-lo também. A torcida já perdeu a confiança, meu palpite é que na próxima partida em casa contra a Ponte no sábado 9/9 às 19 hrs, o público não passará de 30.000.

 


 


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